• São Paulo Lar doce lar, por Gabriel Weiner

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    Depois de ter passado 6 meses no Brasil no ano passado como intercâmbista na PUC-Rio de Janeiro, eu já sabia até um certo ponto o que esperar em vir para São Paulo. Eu sabia que ia encontrar uma cidade de trânsito intenso, muitas festas/gente animada, e uma grande seca, que (pelo menos parcialmente) caracterizavam minha experiência em 2014 no Rio.

    O que eu não esperava encontrar era o quanto diversificado, globalizado e culturalmente rico São Paulo é. SP é excepcional entre as grandes cidades brasileiras que já estive (Rio, Salvador, Recife, Natal, Curitiba), em que, em muitos sentidos, se você olhar em sua volta você não vai ver nada estereotipicamente “brasileiro” nele. Se você tirar o fato de que a maioria das pessoas falam português e as placas na rua estão escritas em português, você pode pensar que você está em uma cidade grande na Europa, ou potencialmente até nos Estados Unidos, tirando os lugares historicos.

    Essa cidade possui a maior população japonesa fora do Japão. Ela possui lugares para ouvir todos os tipos de música que se possa imaginar, em baladas que vão de hipster ao hip-hop. Nessa cidade você pode comer uma currywurst que se lembra das currywursts que você pode encontrar nas ruas de Berlim, servida por um cara brasileiro que nem consegue pronunciar a palavra “currywurst”. A fusão de culturas e diversidade fazem com que São Paulo se destaque entre todos os lugares que já conheci no Brasil, e como ele é um símbolo de progresso e otimismo brasileiro, apesar dos problemas sociais e econômicos que enfrenta.

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